Sobre a Pauta
A Pauta nasceu em 2024 como um projeto editorial enxuto para documentar, com linguagem direta, como o jornalismo brasileiro reorganizou redações, ampliou checagem de fatos e incorporou áudio na rotina de produção. Não somos um veículo de notícias do dia a dia — cobrimos o ofício de quem faz notícia.
O nome remete à escolha do que merece atenção editorial: o que entra na pauta, o que fica de fora e quem decide. Em um mercado saturado de conteúdo gerado por algoritmo, acreditamos que descrever processos de redação ajuda leitores e profissionais a entender a qualidade — ou a ausência dela — no que consomem.
Equipe
Gustavo Menezes — Editor de redação. Jornalista formado pela PUC-Rio, trabalhou em redações de São Paulo e Curitiba antes de focar em gestão editorial e fluxo híbrido de trabalho.
Larissa Fontes — Checagem e desinformação. Mestre em comunicação pela UFMG, coordenou mesa de verificação em eleições estaduais e municipais no Sudeste.
Thiago Alves — Mídia e áudio. Pesquisador de hábitos de consumo, com passagem por rádio pública e produtoras de podcast. Cobre distribuição digital e formatos em áudio.
O que publicamos
Reportagens de campo, entrevistas com editores e analistas, e textos explicativos sobre rotina de redação. Evitamos listas genéricas de dicas e conteúdo patrocinado sem identificação clara. Nosso tom é profissional, mas acessível — como uma conversa entre colegas de redação, não como manual corporativo.
Independência
A Pauta não pertence a grupos de mídia nem aceita pagamento para influenciar pauta editorial. Eventuais parcerias institucionais — workshops, mesas em eventos — são declaradas quando relevantes para o leitor.
Correções são tratadas com transparência. Se você identificar erro factual em alguma matéria, escreva para [email protected] com link e contexto. Respondemos em até dois dias úteis.
Para critérios detalhados de publicação, consulte a política editorial. O arquivo de matérias está em Matérias.
História
A Pauta surgiu em 2024, quando os três fundadores perceberam que coberturas sobre “crise da imprensa” repetiam manchetes, mas raramente descreviam a rotina de quem fecha edição às 23h. Decidimos documentar processos, não prognósticos. Desde então, publicamos de forma irregular — às vezes duas matérias na mesma semana, às vezes uma só — sempre com apuração presencial ou entrevistas longas.
Nosso leitor típico trabalha em redação, assessoria de imprensa, universidade ou produtora de conteúdo. Não buscamos volume de pageviews; buscamos utilidade para quem precisa entender como o jornalismo brasileiro está se reorganizando após anos de transformação digital acelerada.